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Economia
solidária

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Economia
solidária nº 13, 20 de agosto de 2007.
Lauro
Augusto Monteclaro Junior
O
empreendedor e a economia solidária
A
economia solidária pode e deve se basear na figura do empreendedor. Talvez a
verdadeira revolução esteja justamente na capacidade das sociedades
globalizadas de gerar o maior número possível de empreendedores dentro de uma
visão solidária.
Economia
solidária nº 12, 21 de abril de 2007.
Antônio
Inácio Andrioli
Educação:
Um processo cooperativo
A
educação cooperativa, como proposta multidisciplinar, baseada na ação coletiva
e a na constante reflexão crítica sobre experiências concretas de alunos,
pode oferecer elementos importantes para a construção de uma educação baseada
na solidariedade e na transformação das relações sociais geradoras de
opressão, competição, exclusão, alienação e preconceito.
Economia
solidária nº 11, 2 de agosto de 2006.
Euclides
André Mance
Redes
de economia solidária: A expansão de uma alternativa global
A
progressiva e complexa integração das inúmeras redes que surgiram em todo o
mundo nas últimas décadas, colaborando solidariamente entre si, colocou no
horizonte de nossas possibilidades concretas a realização planetária de uma
nova revolução, capaz de subverter a lógica capitalista de concentração de
riquezas e de exclusão social e diversas formas de dominação nos campos da
política, da economia e da cultura.
Economia solidária
nº 10, 20 de junho de 2006.
Rosalvo
Schütz
Economia
Popular Solidária:
Referência para uma nova aliança estratégica das esquerdas?
Assim
como do interior e do esgotamento da sociedade feudal se gestou o
capitalismo, assim surge agora uma nova forma de sociabilidade, do interior e
do esgotamento do próprio capitalismo. De dentro para fora, de baixo para
cima. Embora não seja o único, a EPS é um dos sinais mais evidentes da
chegada desse patamar histórico.
Economia
solidária nº 9, 18 de julho de 2005.
Jacob
Carlos Lima
O
trabalho autogestionário em cooperativas de produção:
A retomada de um velho paradigma
A
criação de uma cultura associativa é um processo lento – o que indica que as
cooperativas, por um bom tempo, refletirão ainda mais a falta de alternativa
dos trabalhadores do que efetivamente uma opção pela autonomia e
solidariedade.
Economia
solidária nº 8, 23 de junho de 2005.
Antônio
Cruz
O
mar e a terra da economia solidária
Ao
contrário do cooperativismo clássico dos socialistas europeus dos séculos
passados, o vento que sopra agora empurra à frente a nau da economia
solidária, ao invés de deixá-la à deriva, como nessas épocas pregressas.
Economia
solidária nº 7, 8 de junho de 2005.
Robi Jair
Schmit
Marx
e o cooperativismo
O
trabalho assalariado é apenas uma forma transitória e inferior, destinada a
desaparecer diante do trabalho associado que cumpre a sua tarefa com gosto,
entusiasmo e alegria.
Economia
solidária nº 6, 26 de maio de 2005.
Henrique
Rattner
Economia
solidária: Por quê?
A
apologia irrestrita da competição é ideológica e não encontra fundamento na
História. Ao contrário, é possível afirmar que a maior parte da evolução da
espécie humana foi caracterizada por associações de cooperação comunitárias,
tais como apresentam, ainda hoje, certas tribos indígenas do Brasil e de
outros continentes.
Economia
solidária nº 5, 13 de maio de 2005.
José
Ricardo Tauile
Do
socialismo de mercado à economia solidária
A
questão diante de nós é saber se a produção através das formas de economia
solidária, como a autogestão e as cooperativas, pode ter espaço próprio de
sobrevivência sustentável no longo prazo nas economias capitalistas
contemporâneas.
Economia
solidária nº 4, 26 de abril de 2005.
Marisa
Nunes Galvão e Ricardo Cifuentes
Cooperação,
autogestão e educação nas novas configurações do trabalho
As
mudanças que estão ocorrendo no espaço da produção e do trabalho têm-se
constituído em novas possibilidades de organização social que buscam
consolidar a democracia. Surgem, então, estudos e propostas que retomam
idéias e valores imprescindíveis para este processo, como a cooperação, a
educação e a autogestão. A nova configuração que vem assumindo as relações de
trabalho demonstra a importância destes valores para o sucesso destas novas
experiências. Estão sintetizadas, aqui, algumas discussões e propostas
relativas a estas idéias, cujas contribuições para o debate são evidentes.
Economia
solidária nº 3, 16 de março de 2005.
Noëlle
Marie Paule Lechat
As
raízes históricas da economia solidária e seu aparecimento no Brasil
Ao
contrário da economia capitalista, centrada sobre o capital a ser acumulado e
que funciona a partir de relações competitivas cujo objetivo é o alcance de
interesses individuais, a economia solidária organiza-se a partir de fatores
humanos, favorecendo as relações onde o laço social é valorizado através da
reciprocidade e adota formas comunitárias de propriedade.
Economia
solidária nº 2, 16 de fevereiro de 2005.
Antônio
Cruz
As
condições históricas do aparecimento da “economia solidária” no Brasil:
As tendências estruturais do mercado de trabalho
Sindicatos,
instituições e ONGs preocupadas com o bem-estar social e governos
comprometidos de fato com o combate ao desemprego, têm percebido na “economia
solidária” uma possibilidade concreta de ação que resgate milhões de pessoas
que viveram ou passaram a viver as últimas décadas sob o signo da pobreza ou
da miséria. (…) De onde se origina uma crença tão apegada, de tantos agentes
sociais, a algo tão novo?
Economia
solidária nº 1, 17 de janeiro de 2005.
Luiz Inácio
Gaiger
A
economia solidária diante do modo de produção capitalista
A
literatura atual sobre a economia solidária converge em afirmar o caráter
alternativo das novas experiências populares de autogestão e cooperação
econômica: dada a ruptura que introduzem nas relações de produção
capitalistas, elas representariam a emergência de um novo modo de organização
do trabalho e das atividades econômicas em geral. O trabalho
discute o tema, retomando a teoria marxista da transição e analisando, sob
esse prisma, dados de pesquisas empíricas recentes sobre os empreendimentos
solidários. Delimitando a tese anterior, conclui estarmos diante da
germinação de uma nova “forma social de produção”, cuja tendência é
abrigar-se, contraditoriamente, sob o modo de produção capitalista. Extrai,
por fim, as conseqüências teóricas e políticas desse entendimento, posto que
repõe, em termos não antagônicos, a presença de relações sociais atípicas, no
interior do capitalismo.
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