Baseado em Fatos

Uma discussão sobre as substâncias psicoativas qualificadas de “drogas ilícitas”

 

 

 

Clique AQUI para acessar a seção “Drogas” do blog Êlúsion pédion

 

 

ARQUIVOS DATADOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ARQUIVOS NÃO-DATADOS

 

 

 

 

 

 

 

LEIA TAMBÉM:

“Legalizar as drogas”, de José Arbex Jr.
“A verdade sobre a maconha”, de Denis Russo Burgierman
“Como reforçar o crime”, de Diogo Costa
Diogo Costa e a legalização das drogas
Como combater a indústria ilegal de drogas?
“Proibir é legal?”, de Tarso Araujo
Um pé de quê? - Cannabis
“Política de drogas: o lugar do dissenso”, de Luiz Eduardo Soares
Maria Joana
“Reprimir não resolve”, de Revista ÉPOCA
Drogas: política de redução de danos
“O cérebro fabrica maconha”, de Roberto Lent
Grass
Super high me
MTV Debate: A política de drogas do Brasil é eficiente?
Expressão Nacional debate a liberação da maconha
Por que a maconha continua proibida?
Maconha: perigo ou esperança?
“Da cocaína ao crack”, de Andrea Domanico
“Maconha: hora de legalizar?”, de Ruth de Aquino
Maria Alice Vergueiro
“Drogas: caso de polícia ou de saúde?”, de Roberto Lent
Ricardo Boechat e a política de repressão às drogas
“Programas pró-maconha tomam conta da TV americana”, de The New York Times
Run from the cure - Legendado PT-BR
Waiting to inhale - Legendado PT-BR
O sindicato: o negócio por trás do barato

 

“Esta globalizada política proibicionista somente se sustenta pelo entorpecimento da razão. Somente uma razão entorpecida pode crer que a criminalização das condutas de produtores, distribuidores e consumidores de algumas dentre as inúmeras substâncias psicoativas sirva para deter uma busca de meios de alteração do psiquismo, que deita raízes na própria história da humanidade. Somente uma razão entorpecida pode admitir que, em troca de uma ilusória contenção desta busca, o próprio Estado fomente a violência, que só se faz presente nas atividades de produção e distribuição das drogas qualificadas de ilícitas, porque seu mercado é ilegal. Somente uma razão entorpecida pode autorizar que, sob este mesmo ilusório pretexto, se imponham restrições à liberdade de quem, eventualmente, queira causar um dano à sua própria saúde. Somente uma razão entorpecida pode conciliar com uma expansão do poder de punir, que, utilizando até mesmo a repressão militarizada, crescentemente desrespeita clássicos princípios garantidores, assim ameaçando os próprios fundamentos do Estado Democrático de Direito.
(Maria Lúcia Karam)

 

— & —

 

LISTA DE TODOS OS SÍTIOS DO PROJETO
Pausa para a Filosofia
CLIQUE AQUI

 

BRASIL
BRASIL